Cá estou escrevendo, mesmo sem argumentos desarmada, rendida, pela primeira vez, estranhamente, me sinto dicotômica. No maior tédio do universo. Naquele impasse. Em baixo de um sol lindo em mais um sábado deste fim de verão.. Não sei, mas eu escrevo pra proteger minha sanidade e te manter vivo e pulsante assim, escrevo pra liberar as toxinas, desse amor de vira-lata produzido em larga escala dentro de mim. Das opções que penso que tenho, decido escrever só pra me enganar achando que ainda tenho esse controle... Talvez eu não quisesse escrever, talvez eu quisesse dormir, talvez eu quisesse esquecer, mas se pudesse escolher corrigiria os mil defeitos enfim que você diz odiar em mim. E por hoje é isto.
Júlia Putti
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